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sábado, 24 de novembro de 2012

51º Fórum de Conselhos Tutelares reúne vários municípios em São João da Barra


O Município de São João da Barra está sediando o 51° Fórum de Conselheiros Tutelares do Estado do Rio de Janeiro. O evento teve início às 9h desta sexta-feira, 23, mas a cerimônia de abertura acontece às 19h30, prosseguindo até domingo, no Cine Teatro São João. “Este Fórum é permanente e acontece trimestralmente nos municípios eleitos em eventos próprios da Associação de Conselheiros Tutelares do Estado do Rio de Janeiro ACTERJ”, disse a secretária de Assistência Social Denise Esteves.

Com apoio total da Prefeitura de São João da Barra, através da Secretaria de Assistência Social, Trabalho e Direitos Humanos, o 51º Fórum traz para discussão durante todo o dia temas como Estatuto da Criança e do Adolescente: Proposta de anteprojeto de adequação da Lei Municipal, palestrante advogado Cláudio Roberto Pinto Sobral; Sobre as Políticas de atendimento: Perguntas que não querem calar e Modelos de atendimento à criança e ao adolescente e os desafios para efetivação da doutrina da proteção integral; O Conselho Tutelar na luta pela garantia de sua autonomia e exercício de sua autoridade, que serão explanados pelo escritor Luciano Betiate, além dos Estudos de Caso pelo psicólogo Sérgio Henrique Teixeira e das Dinâmicas, comandadas pela psicóloga Cristine de Oliveira Maia.

Todos os participantes que tiverem mais de 75% de presença receberão certificados ao final do evento, marcado para 12h do dia 25. Antes, porém, às 10h haverá ato solene em comemoração ao Dia Nacional do Conselheiro Tutelar com a participação de Marcelo Nascimento, assessor da Ministra Maria do Rosário, da Secretaria Nacional de Direitos Humanos. O tema será Nova Lei que garante aos Conselheiros Tutelares direitos sociais e unificação do processo de escolha. O dia também está reservado para a eleição do município sede do LIII Fórum Permanente.

Fonte: Secom - SJB

Projeto “Barca da Ciência” chega a 10 mil visitantes


Ultrapassando a marca de 10 mil visitantes em três anos de existência, a “Barca da Ciência” é um projeto que pode ser considerado ponto de equilíbrio entre o desenvolvimento e o estado anterior das coisas de São João da Barra. Se por um lado, a modernidade caminha a passos largos, através dos investimentos tecnológicos do Super Porto do Açu, por outro, nas águas do Rio Paraíba do Sul, o movimento das pessoas se dá justamente pela preservação do patrimônio natural.

Quem embarca na “Barca” pensando que o passeio tem a escuna como principal atração se depara com informações privilegiadas acerca da história do município. “Destacamos a importância de São João da Barra, desde a sua formação no processo de colonização, em 1622, com a chegada do pescador Lourenço do Espírito Santo, até os dias atuais com o município comemorando a chegada do complexo portuário”, declara a coordenadora Izabel Gregório.

A “Barca da Ciência” sai do Cais do Imperador em direção à Foz do Rio Paraíba do Sul, contorna próximo à Boca da Barra e faz parada na Ilha da Convivência, onde é feita uma explanação sobre a importância cultural e histórica da ilha na formação da sociedade sanjoanense. É lá que os visitantes tomam conhecimento das riquíssimas histórias e lendas do município. No retorno são estimuladas atividades de contemplação e momentos para registro fotográfico.

Desta forma, o projeto encantou os últimos visitantes pela riqueza de detalhes. Os contemplados da vez foram os coordenadores da Secretaria Estadual de Educação, que participaram no Sesc Mineiro de Grussaí, do 1º Encontro de Coordenadores de Gestão de Pessoas-SEEDUC, acontecido nos dias oito e nove do corrente. Estiveram representadas as coordenadorias de Nova Friburgo, Belford Roxo, Niterói, Duque de Caxias, Petrópolis, Vassouras e Rio de Janeiro. Além da bióloga Otávia Viana, da coordenadora Florita Fernandes Moço e dos registros do fotógrafo Isaac Souza.

Com capacidade para 35 convidados, o projeto “Barca da Ciência” pode ser usufruído por estudantes, turistas e comunidades em geral, com prévio agendamento. Basta enviar ofício à secretaria de Educação ou Meio Ambiente ou ainda, através do telefone (22) 9903.1176 – Espaço da Ciência. O passeio é gratuito e vale ressaltar que a procura é intensa, o que acaba formando fila de espera.

“É sempre muito prazeroso fazer esta saída de campo, a fim de divulgar o nosso trabalho de Educação Ambiental, Cultural e Patrimonial. A “Barca da Ciência”, que conta com total incentivo da prefeita Carla Machado, é a prova viva de um governo que transforma ideias em realizações”, finaliza a coordenadora.

Fonte: Secom - SJB

Formatura do MOVA-Brasil no dia 29 de novembro

Acontecerá no dia 29 de novembro, na praia do Açu, a formatura dos 20 alunos do Projeto MOVA-Brasil, implantado em São João da Barra pelo Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense (Sindipetro-NF), com apoio da prefeitura, e que tem por objetivo proporcionar acesso à alfabetização com aprofundamento no exercício da cidadania. A solenidade acontece às 18h, na Rua da Amizade, nº 10, na área central da comunidade.

Com duração de 10 meses, as aulas foram ministradas na Casa dos Projetos, na praia do Açu, adotando uma política pedagógica baseada nos métodos do educador Paulo Freire. Simultaneamente às aulas, houve visitas ao Espaço da Ciência Maria de Lourdes Coelho da Anunciação, ao Horto Municipal e participação no Programa de Visitas Nosso Porto, nosso Futuro, que consiste e levar pessoas para conhecer as obras de implantação do Complexo Logístico e Portuário da Praia do Açu.

— O objetivo do MOVA-Brasil é levar cidadania e acesso ao saber, principalmente às pessoas mais carentes da comunidade, além de incentivá-las a dar continuidade aos estudos, que é uma coisa que não tem limite de idade — destacou a educadora do projeto, Lia Míriam Tatichana, destacando que uma nova turma será aberta já a partir de janeiro de 2013.

Iniciado no ano de 2003, o MOVA-Brasil é desenvolvido por meio de uma parceria entre Petrobras, Federação Única dos Petroleiros (FUP) e Instituto Paulo Freire. Pelo público a que se destina e pelo seu alcance, se propõe como uma iniciativa de extrema relevância social no país.

Fonte: Secom - SJB

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Morre, aos 83 anos, Carlos Alberto Oliveira


Na manhã desta sexta-feira, 23, uma triste notícia chega a São João da Barra sobre o falecimento, aos 83 anos, de Carlos Alberto Oliveira. Um dos personagens mais vitoriosos e ilustre Tricolor Sanjoanense. Ex-jogador, ex-diretor e acima de tudo um mestre para todos torcedores do Clube Fluminense.

Carlos Alberto deixa filhos como: Tadeu, Carlito, César, Márcia e Marise Oliveira.

Um homem que fez de seu amor ao clube uma fábrica de campeões já que seus filhos e netos sempre herdaram seu talento na arte de jogar futebol e assim como ele tornaram-se campeões no clube. Deixará saudades e difícil será a forma de expressar o imenso orgulho e gratidão por tudo já feito por nós torcedores do Fluminense Futebol Clube.

O Corpo de Carlos está sendo velado na Capela Mortuária e o sepultamento acontecerá às 18h no Cemitério de São João da Barra.


quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Vagas de emprego na Technip


Empresa oferece oportunidade para formandos e egressos de mecânica, automação, eletromecânica, metalurgia e manutenção industrial. Inscrições abertas.

As inscrições poderão ser feitas nas agências de cadas campus até o dia 31/11.

Venha trabalhar na nova fábrica da Technip em Açu!
Envie o seu currículo para:
recrutamentofabricarj@te chnip.com
(Informe no campo “Assunto” a sua formação)
Palestra Institucional para formandos e formados do IFF!
- Cursos técnicos: mecânica, automação, eletromecânica,
metalurgia e manutenção industrial;
- Data: 03/12/2012
- Hora: 16:00 - 1ª palestra (para os outros câmpus do IFF)
18:30 - 2ª palestra (câmpus Campos-Centro)
- Local: Auditório Cristina Bastos - Bloco D do IFF Campos-Centro
Inscrições limitadas até o dia 30/11 na Agência
de Oportunidades do seu câmpus

Fonte: IFF

Um mês para o fim do mundo?


O calendário maia, dizem os apocalípticos, prevê o fim do mundo para o dia 21 de dezembro de 2012. Calendários, no entanto, são excelentes instrumentos para orientar sobre o compromisso da próxima quarta-feira, mas são um embuste para prever o futuro. As diversas civilizações – não só os maias, mas os egípcios, os chineses – criaram os próprios calendários, uns com base no Sol, outros com base na Lua, uns mais longos, outros mais curtos, mas todos sempre foram expressão da inclinação humana de atribuir ordem ao caos. Com o calendário, criamos a sensação de ordenar os dias, os meses e os anos num sistema cronológico racional e matematicamente preciso. Só que a natureza não é assim. Num delicioso livro lançado às vésperas do ano 2000, O Milênio em Questão, no qual se baseia este texto, o grande paleontólogo americano Stephen Jay Gould (1941-2002) escreveu: "A natureza, aparentemente, pode fazer um esplêndido hexágono, mas não um ano com um belo número par de dias ou rotações lunares". E, com o humor que lhe era peculiar, acrescentou: "A natureza se recusa teimosamente a trabalhar com relações numéricas simples justamente naquilo em que sua regularidade seria mais útil para nós".

Ou seja: os ciclos naturais dos dias, meses e anos não são redondos, pares perfeitos. São frações, números quebrados, e aí começa um problemão. Um ano – tempo que a Terra leva para dar uma volta completa em torno do Sol – não dura 365 dias. Dura 365 dias e algumas horas. Para facilitar a conta, arbitramos que um ano dura 365 dias e seis horas, ou um quarto de dia. Mas, como não podemos ter um quarto de dia, a cada quatro anos temos o ano bissexto, com 366 dias, o que recoloca nosso calendário em sintonia com o ano solar. Porém, a natureza, na sua magistral indiferença para com nossos números inteiros, na realidade não faz um ano de 365 dias e seis horas. São 365 dias e 5 horas, 48 minutos e 45,97 segundos! Isso quer dizer que o acréscimo do 366° dia cobre o descompasso ocorrido em cada quatro anos, mas imprecisamente. Como o tal descompasso não era de exatas 24 horas – era de 23 horas, 15 minutos e 3,88 segundos –, o ajuste feito pelo ano bissexto ainda nos deixa com um pequeno atraso em relação à natureza: um atraso de 44 minutos e 56,12 segundos a cada quatro anos. É pequeno, mas aumenta com o tempo. Em vinte anos, o atraso soma quase quatro horas. É tolerável. Em 100 anos, passa de dezoito horas. Começa a complicar. À medida que vai avançando, passa a embaralhar as estações do ano, a época certa para plantar, para colher, para pescar. Vira um, digamos, apocalipse.

Em 1582, o calendário da época, que vinha desde os tempos do Império Romano, já acumulava um atraso de dez dias em relação ao ano solar. Era demais, inadmissível. O papa Gregório XIII convocou então uma comissão de matemáticos para dar uma solução ao problema. Chegou-se a uma saída formidável. Com seu poder incontrastável sobre o destino da humanidade e do universo, o papa decretou o sumiço dos dez dias. Simples assim. Riscou fora. A humanidade foi dormir em 4 de outubro e acordou em 15 de outubro. O período de 5 a 14 de outubro de 1582 não existiu, jogando algumas dúvidas para as calendas gregas. O que aconteceu com quem fazia aniversário no período suprimido? E quem tinha conta para pagar num dia que sumiu? Pagou juros? Queixou-se ao papa? Resolvida a diferença de dez dias, a comissão achou outras soluções criativas. Para evitar que o descompasso dos anos bissextos voltasse a se alargar a longo prazo, estabeleceu que a cada século múltiplo de 100 – 1800, 1900, 2000, por exemplo – não haveria ano bissexto. Excelente. Mas a retirada do 366° dia seria provisoriamente excelente porque criaria um desequilíbrio lá adiante. Então, inventou-se outra compensação: de quatro em quatro séculos, o ano bissexto volta.

Parece confuso, mas é assim que funciona até hoje: de 100 em 100 anos, cai o ano bissexto; de 400 em 400, reinstala-se o ano bissexto. Com esses avanços e recuos, somas e diminuições, nosso calendário consegue dançar num movimento parecido com o balé irregular dos ciclos naturais. (Não é idêntico porque o calendário gregoriano ainda se distancia do ano solar em 25,96 segundos. É irrisório, leva mais ou menos 2 800 anos para chegar a um dia inteiro, mas perfeito é que não é.) Diante de tantos ajustes, a velha e boa folhinha de parede é um medidor preciso para o compromisso de quarta-feira, mas, com suas imprecisões em relação aos eventos astronômicos, não é exatamente boa para embasar previsões futuras.

Para fugir das confusões do ano solar, há quem prefira as previsões com base no mês lunar – tempo que a Lua leva para dar uma volta completa em torno da Terra. Na verdade, não resolve nada. Apenas se troca de problema. Para facilitar nossos cálculos, arbitramos que a Lua leva 29 dias e meio para dar a volta na Terra. Mas, na realidade, a Lua leva, precisamente, 29,53 dias – de novo, a caprichosa fração da natureza. Assim, se um ano tem doze meses e cada mês corresponde a uma lunação, a conclusão matemática é que um ano tem doze lunações. Era para ser, mas não é. As doze lunações, indiferentes à ordem humana, não levam 365 dias para se realizar, mas somente 354 dias, uma debochada diferença de onze dias em relação ao ano solar...! Por isso, é preciso que... Bem, diga-se apenas que é preciso recorrer à inventividade humana para conciliar o calendário e o universo. Fica claro que qualquer profecia anunciada com base em calendários, solares ou lunares, maias ou gregorianos, é mais ou menos uma brincadeira, pois nossas fórmulas numéricas, tão regulares e ordenadas, não traduzem a exata natureza dos eventos astronômicos, tão caóticos e irregulares. É quase como querer tirar a raiz quadrada do mar.

Fonte: Veja

Fred Machado esteve no 'De Olho na Cidade' desta quinta

Fred Machado foi eleito com 4.956 votos


Nesta quinta-feira (22/11), o Programa 'De Olho na Cidade' seguiu com o Especial 'Vencedores', com os candidatos eleitos ou reeleitos a vereador. Depois de Fabio Ribeiro, Neném, Dr. Edson Batista, Genásio, Dr. Paulo Hirano, Professora Auxiliadora, Thiago Virgilio, José Carlos, Gil Vianna, Magal, Dayvison Miranda, Rafael Diniz, Marcão, Abdu Neme, Nildo Cardoso, Miguelito, Ozéias, Cecília Ribeiro Gomes, Tadeu Tô Contigo (Alexandre Tadeu), Jorge Rangel e Albertinho que contaram suas propostas e projetos para 2013, recebemos mais um candidato eleito a vereador, Fred Machado, que contará um pouco mais sobre sua vida e suas propostas para 2013.

Fred Machado foi Eleito Vereador em Campos dos Goytacazes pelo PSD na coligação Multiplicando Forças. Com 4.956 votos (1,82% dos votos), sendo o quarto candidato eleito mais votado nestas eleições em Campos.



Nome: Carlos Frederico Machado dos Santos
Idade: 49 anos (04/12/1962)
Naturalidade: Campos/RJ
Estado Civil: Divorciado(A)
Ocupação: Comerciante
Escolaridade: Ensino Fundamental Completo

Ao longo dos próximos dias chamaremos os demais eleitos em Campos e os vereadores que atualmente compoem a Câmara para falar das ações realizadas em 2012 no quadro 'O que você fez?'

Fonte: Ururau