Estão abertas as inscrições para o I Concurso de Marchinhas Carnavalescas de São João da Barra – Prêmio Jack Azevedo até o dia 09 de fevereiro. Os interessados podem adquirir o regulamento, a ficha de inscrição e a autorização fonográfica no Cine Teatro São João, no centro de São João da Barra, ou através do site do evento www.concursodemarchinha.com.br. O concurso será realizado pela Editora Costa Sanjoanense, com patrocínio da LLX e apoio cultural da prefeitura de São João da Barra.
Serão R$7 mil reais em prêmios. Haverá etapas eliminatórias para definir as dez marchinhas finalistas que farão parte do CD “I Concurso de Marchinhas Carnavalescas de São João da Barra – Prêmio Jack Azevedo As 10 melhores”. A grande final acontece no dia 25 de fevereiro, no Cine Teatro São João, a partir das 20 horas.
O projeto tem o intuito de resgatar essa tradição no município, além de valorizar a música carnavalesca, seus compositores e intérpretes e, ainda, promover a diversificação e acesso à cultura para toda a população. O concurso tem também como objetivo divulgar a potencialidade turística do município, principalmente no que diz respeito à sua cultura. Outro propósito desse concurso é transformar a sexta-feira anterior à sexta-feira de carnaval (abertura oficial) no “Dia Municipal da Marchinha de Carnaval”, colocando a data no calendário anual de eventos turísticos e culturais do município.
Segundo o jornalista Bruno Costa, criador do concurso, o projeto é aberto a todo o Brasil, mas os participantes obrigatoriamente terão que abordar São João da Barra como temática. “Esta é mais uma forma de divulgar o município. Quem quiser participar terá que conhecer o município já que na ficha de inscrição haverá um critério de argumento. Terá que se argumentar o porquê daquela canção. Serão aceitas somente as inscrições que apresentem trabalho no âmbito da música popular brasileira, nas modalidades marchinha de carnaval ou marcha-rancho”, explica Bruno.
O homenageado - Esse 1º Concurso de Marchinhas Carnavalescas de São João da Barra vai homenagear o sanjoanense Jack Azevedo, um talento no que diz respeito à composição musical. Jack foi responsável por diversas letras de músicas para o Festival Sanjoanense da Canção (Fescan), Festivais de Música, marcha-rancho, samba-canção e samba. “É com muito orgulho que este primeiro concurso homenageia esse notório compositor de São João da Barra”, ressalta Bruno Costa.
Fonte: SECOM-SJB
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sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Açu antecipa interesses pela eleição 2012 em SJB
Ninguém duvida que a capacidade do Complexo do Açu em atrair investimentos bilionários como plantas industriais de grande monta, já anunciadas por grupos nacionais e estrangeiros, fará de São João da Barra um dos mais importantes municípios do Estado, até mesmo do país, nos próximos anos. Logo, o Orçamento do município, perto dos R$ 300 milhões, deverá se multiplicar a partir da instalação de um parque industrial na órbita do porto, com estaleiro, montadora de automóveis, cimenteira, siderúrgica, e usinas de pelotização.
Não é sem outra razão que a disputa da sucessão municipal já se prenuncia das mais concorridas no município. Pelo menos seis candidaturas já se desenham como concorrentes ou destinadas a influenciar na disputa em 2012. A prefeita Carla Machado tem no ex-vereador José Amaro, o Neco, ex-presidente da Câmara Municipal, seu provável candidato. O ex-prefeito Betinho Dauaire virá com o apoio do ex-governador e deputado federal Anthony Garotinho.
Já a Câmara pode lançar como candidato o vereador Alexandre Rosa, ex-presidente do Legislativo, que tem ocupado bom espaço político ao liderar uma bancada de oposição que Outro que deverá influenciar no pleito é o megaempresário Eike Batista, um dos oito homens mais ricos do mundo, investidor do porto do Açu, responsável pelo novo eldorado que hoje vive o município. Há rumores de que Eike gostaria de ver como candidato o arquiteto Vitor Aquino, atual secretário de Planejamento do município, mas que não é filiado a nenhum partido. O empresário Ary Pessanha é outro que influencia no processo sucessório local, quando não se lança ele mesmo candidato. Ele próprio já confidenciou a amigos o desejo de ser prefeito de São João da Barra.
Na semana passada, o presidente municipal do PR em Campos, Wladimir Garotinho, teve seu nome ventilado, mas logo desmentiu qualquer pretensão neste sentido, através de emails enviado a alguns sites e blogs que veicularam a especulação. O nome que o PR apóia no município para 2012 continua sendo Betinho Dauaire, afirmou Wladimir.
O deputado federal Arnaldo Vianna (PDT), outro que também teve seu nome ventilado como pretendente na disputa da sucessão em São João da Barra, igualmente descartou a possibilidade.
Fonte: Jornal O diário
Não é sem outra razão que a disputa da sucessão municipal já se prenuncia das mais concorridas no município. Pelo menos seis candidaturas já se desenham como concorrentes ou destinadas a influenciar na disputa em 2012. A prefeita Carla Machado tem no ex-vereador José Amaro, o Neco, ex-presidente da Câmara Municipal, seu provável candidato. O ex-prefeito Betinho Dauaire virá com o apoio do ex-governador e deputado federal Anthony Garotinho.
Já a Câmara pode lançar como candidato o vereador Alexandre Rosa, ex-presidente do Legislativo, que tem ocupado bom espaço político ao liderar uma bancada de oposição que Outro que deverá influenciar no pleito é o megaempresário Eike Batista, um dos oito homens mais ricos do mundo, investidor do porto do Açu, responsável pelo novo eldorado que hoje vive o município. Há rumores de que Eike gostaria de ver como candidato o arquiteto Vitor Aquino, atual secretário de Planejamento do município, mas que não é filiado a nenhum partido. O empresário Ary Pessanha é outro que influencia no processo sucessório local, quando não se lança ele mesmo candidato. Ele próprio já confidenciou a amigos o desejo de ser prefeito de São João da Barra.
Na semana passada, o presidente municipal do PR em Campos, Wladimir Garotinho, teve seu nome ventilado, mas logo desmentiu qualquer pretensão neste sentido, através de emails enviado a alguns sites e blogs que veicularam a especulação. O nome que o PR apóia no município para 2012 continua sendo Betinho Dauaire, afirmou Wladimir.
O deputado federal Arnaldo Vianna (PDT), outro que também teve seu nome ventilado como pretendente na disputa da sucessão em São João da Barra, igualmente descartou a possibilidade.
Fonte: Jornal O diário
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
A intelectualidade de cada ser
Narcisa AmáliaDesenvolver a intelectualidade de uma forma inteligente, em toda a história, é conseguir concretizar sonhos divinos ou não. O ser humano, em sua sabedoria, ciência ou cultura, não ficou restrito ao que assimila nesta existência corpórea. Quando não consegue realizar seus sonhos, ele os transforma em material literário, onde expressa sua frustração.
Na cidade de São João da Barra, encontramos dois intelectuais de grande valor cultural, que define seu meio social no qual viveu ou no qual estabelece sua trajetória social. Um representa o auge do movimento portuário, do progresso e do desenvolvimento; o outro, já no século XX, quando a navegação de cabotagem já estava em decadência, reflete esse novo momento.
Narcisa Amália nasceu em 1852, foi a primeira jornalista brasileira, poeta e feminista. Mudou-se para Resende aos 13 anos, acompanhando os pais. Casou-se muito jovem, o que retardou seu fazer literário e o segundo marido, um ciumento padeiro, também obstou seu surgimento para as letras. No entanto, apesar de todos os obstáculos, ela persistiu em seu sonho, e publicou um livro de poesias, “NEBULOSAS”. Militou na imprensa –– e lutou pelos direitos das mulheres, pela libertação dos escravos e pela proclamação da República em nosso país. Faleceu no Rio, em 1924, no dia de São João. Dois livros foram escritos sobre sua vida e obra: “Narcisa Amália, vida e poesia”, de João Oscar, Campos dos Goytacazes, 1994 e “Um espelho para Narcisa – reflexos de uma voz romântica”, por Christina Ramalho, Elo Editora, Rio,1999. A acadêmica Heloisa Crespo publicou em 2002, o poema cordel “Narcisa Amália”.
Carlos Augusto Abreu de Sá - Carlos AA de Sá - nasceu em 18 de abril de 1938, graduado em jornalismo, poeta, escritor, biógrafo, pintor, participou da edição dos jornais O CARANGUEJO/O SANJOANENSE, na década de 1960. Editou durante 14 anos (1995/2008) o jornal SÃO JOÃO DA BARRA, que em seus primeiros números se chamou SOL GOITACÁ. Em abril de 2009, na cidade de Cambuci/RJ, o jornal recebeu diploma e medalha de o melhor em mídia alternativa do ano pelo Congresso da Sociedade de Cultura Latina – seção Brasil. Fundou e mantém a CASA DE CULTURA ZENRIQUES, na sua casa, com fotos e documentos antigos e variada biblioteca com destaque para a que abriga os autores sanjoanenses. E uma coleção de 121 imagens de S. Francisco de Assis.
Tem os seguintes livros editados: Antologia de Novos Contistas Brasileiros, onde participou com dois contos, INL/MEC, Rio, 1971; Canto tentado – poesias, Bloch, Rio, 1972, menção honrosa da UBE/Rio; O pai da menina nua, contos, Cátedra, Rio, 1974; Estórias de desamor, contos, Presença, Rio, 1978; Profissão: escritor, coletânea de entrevistas com escritores brasileiros, publicadas no Suplemento Letras & Problemas do jornal A Notícia, Campos dos Goytacazes, década de 1970, Meridional, RS, 1978; Em todo e qualquer lugar, contos, Shogun Arte, Rio, 1983; Noite escura como breu, novela, Presença, Rio, 1986; Anotações de viagem, poesia, Códice, Brasília/DF, 1994; Zenriques, um jornalista político na província fluminense, biografia, Cultura Goitacá, SJB, 1995; Raíska, contos, Cultura Goitacá, SJB, 2001; Porto da Fortuna, Cultura Goitacá, romance, SJB, 1997; Lourenço das Velhas, Cultura Goitacá, romance,SJB, 1998; Duas lendas sanjoanenses, poemas novos e antigos, poesia, Cultura Goitacá, SJB, 2006; Naufragantes, romance, carlosaadesa.wordpress.com (blog), 2009. Inéditos: A aventura de Pombote (infantil) e Parceira fatal (romance policial), e O tesouro santo de Valetas. Outros trabalhos: Regulamento modelo de circulação viária para países da América (DNER, Rio, 1976), O pedágio como forma de comunicação social (DNER, Rio, 1982 e Osório e o cordel no norte-fluminense, ensaio, Facha, Rio, 1983. Casado com Germana tem dois filhos e dois netos e mora na cidade.
Entre esses dois exemplos, a produção literária sanjoanense é rica e variada. Dentre seus autores surgem nomes como o do engenheiro Martins Coutinho, do astrônomo Domingos Fernandes da Costa, com livros tratando dos mais variados assuntos, e poetas como Coriolano Henriques, Antonio Braga, João Oscar. Das novas gerações destacamos Célio Aquino, Antonio Nunes, Milson Henriques e uma série de outros. No entanto, a impressão que se tem é a de que uma crise de criatividade se abateu sobre os sonhadores da cidade, uma vez que pouquíssimos nomes, como Leany Pinheiro, André Pinto, Jurema Rosa e Beldo Valle Macedo.
“Como uma onda que se retrai para se fortalecer e voltar mais forte sobre a praia, acredito que nos próximos anos a tendência seja que novos intelectuais contribuam para renovar a cultura sanjoanense”, disse Sá.
ELDER AMARAL
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Um padre para governar São João da Barra

Seu nome é Francisco de Assis Soares Cravo. Tem 41 anos e é formado em Filosofia e Teologia pela PUC-RJ. Filho de mãe campista e pai carioca, nasceu antes do tempo em Duque de Caxias, durante uma viagem da família. Mas se considera um sanjoanense. É padre há 15 anos, sendo os 11 primeiros como pároco em São João da Barra, cidade de forte tradição católica. Transferido em 2006 para Porciúncula, ficou lá por quatro anos. Há três meses está em Campos e atua como vigário paroquial na paróquia de Nossa Senhora da Conceição, em Custodópolis. É justamente a atual condição, não mais como pároco, que vai facilitar o processo de licença para, em 2012, disputar a eleição de prefeito.
Padre Francisco nunca militou na política e deve se filiar a um partido pela primeira vez no final deste ano. O convite veio do PHS, através do coordenador regional Wainer Teixeira de Castro, presidente do Grussaí Praia Clube. O blog conversou com o padre Francisco para saber quais são seus projetos para o município.
O que o fez decidir pela candidatura a prefeito?
Sempre acompanhei a política, especialmente a de São João da Barra, onde atuei como pároco durante 11 anos e de onde sou eleitor. Mas o que me motivou definitivamente foi ter assistido a uma reportagem na TV Globo sobre o Açu, há poucos meses, mostrando o abandono em que se encontra o povo do quinto distrito. Isso me provocou uma grande tristeza. Mexeu com meus brios. Como pode um município com tantos recursos e seu povo sem saneamento, sem internet, com saúde precária, problemas na educação? Isso me motivou. Despertou para que eu lançasse a ideia, que foi muito bem aceita. E então veio o convite do PHS.
O que esperar do padre Francisco prefeito?
Quero deixar claro que não sou candidato ainda, porque nem a lei permite enquanto não acontecem as convenções partidárias. Sou pré-candidato, mas isso vai depender, claro, de o povo de São João da Barra querer. Mas como tenho recebido tantas manifestações de apoio, considero que seja uma candidatura viável. E que representa algo novo, porque não sou político e venho sem nenhum comprometimento com grupos ou interesses. Minhas primeiras medidas seriam construir um hospital de grande porte, estabilizar a educação e valorizar o funcionalismo municipal, porque é uma categoria importante e porque isso significa melhorar o serviço público como um todo.
O senhor se considera um sanjoenense?
Sem dúvidas. Fui sacerdote não só dos católicos. Sempre tive um bom relacionamento com todos. Fui agraciado com todas as comendas do município e título de cidadão sanjoanense. Recebi também uma medalha Tiradentes, da Assembléia Legislativa, quando completei 10 anos como pároco em São João da Barra. Me sinto sanjoanense porque o povo me acolheu.
Como o senhor avalia o governo Carla Machado?
Eu vejo um descaso do governo municipal. A saúde vive um momento difícil. E tenho acompanhado com muita tristeza o sofrimento do povo do quinto distrito com as desapropriações. Pelos royalties que recebe, pelo projeto do porto, pelas riquezas naturais do município, São João da Barra era para estar entre os primeiros em qualidade de vida no país.
O senhor é contra o porto do Açu?
Não sou contra o porto, mas acho que é preciso que haja uma discussão, uma mesa redonda para que se chegue à melhor solução sem prejudicar o povo. E que se leve urbanização do Açu, progresso para aquela região.
O senhor foi padre durante o governo Betinho Dauaire e o início do governo Carla. Qual a comparação?
Quando eu cheguei a São João da Barra, pouco tempo depois veio o afastamento de Ranulfo Vidigal e os dois meses do governo Edinho Mansur, que era o vice. Depois continuei pároco durante os dois governos de Betinho Dauaire e nos dois primeiros anos de Carla Machado. Nesses 11 anos não havia conversa de política, claro. Eu era o pároco e não tinha envolvimento, porque nem é permitido. Eu sempre tive um bom relacionamento com Betinho Dauaire. Ele sempre favoreceu a fé católica. Se existe alguma coisa no Açu quem fez foi Betinho. Ele fez um bom governo, valorizou muito o povo e organizou o caos que existia.
Mas pretende enfrentá-lo nas urnas.
Acho que Betinho enfraqueceu politicamente quando não venceu Carla Machado e poderá ter problemas para obter o registro, assim como Neco. E também penso que São João da Barra hoje precisa de algo novo.
As articulações políticas para a sua candidatura já estão iniciadas?
Não estou filiado ainda. A idéia é montar o diretório do PHS em São João da Barra, um diretório forte. Temos um grupo que já está conversando e há mais pessoas chegando para somar. Quando começou a surgir a notícia da candidatura em São João da Barra, recebi muitos telefonemas de pessoas surpresas, incrédulas, querendo checar se não era um boato. Mas a partir do momento em que eu confirmava a possibilidade, recebia total manifestação de apoio. Isso é animador. Vamos estruturar tudo depois do verão, a partir de março.
O senhor conta com o apoio da paróquia?
A Igreja em si, como comunidade católica, não assume política partidária. Isso infringe o código de direto canônico. O padre, por exemplo, pode apoiar uma candidatura como cidadão, não como pároco. Sua função é pregar o evangelho e agir com imparcialidade em relação à política local.
Na eleição presidencial, principalmente no segundo turno, o tema religião pautou o debate e muito se questionou no país sobre o respeito à laicidade do Estado. Neste aspecto, o que esperar de um padre prefeito?
Vou me licenciar, mas não deixarei de ser padre, lógico. A questão é estar de acordo com a lei natural. Tem que cumprir a lei. A lei tem que ser respeitada. E é dessa forma que se defende o Estado laico. Não há conflito religioso. As pessoas sabem diferenciar a religião da política, justamente pela laicidade do Estado. Não tem nada a ver com impor normas, dogmas. Além do mais, não há uma ideia contraditória quando se defende a vida e se versa sobre a família. Quero governar para o povo, quero que o povo tenha voz e vez. E a voz do povo é a voz de Deus.
Fonte: Jornal Folha da Manhã
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Dilma ou Serra?

As eleições presidenciais de 2010 se aproximam aos poucos e seus principais oponentes ficam a cada dia mais evidentes. A não ser que fatos extraordinariamente novos se apresentem, os prováveis concorrentes diretos a vaga de sucessão de Lula serão Dilma Roussef (PT) e José Serra (PSDB). Os dois lados contam com apoios e debilidades que podem fazer muita diferença na reta final. Dilma possui como avalista político o presidente. Lula tem hoje a maior popularidade da história que um chefe de executivo já gozou no Brasil.
O sucesso da política econômica e a eficiência da política social construíram uma armadura de teflon ao redor de Lula, nada de ruim gruda nele. A questão sobre a qual muitos analistas de cenário político se debruçam é se esse poder de fogo poderá ser transferido para a chefe da Casa Civil. Os que sustentam essa idéia se pautam no fracasso da candidatura Marta Suplicy em São Paulo, embora apoiada explicitamente por Lula. Os que contrariam essa tese afirmam que São Paulo é um reduto de pouco afeição ao petismo. Contar com o apoio de Lula ou não é indiferente.
Já as regiões Norte e Nordeste e estados como Minas Gerais, gigantes colégios eleitorais, costumam ser invariavelmente lulistas, que se bem trabalhados politicamente podem calibrar a candidatura da ministra. Dilma possui uma bagagem acadêmica e política respeitável, é doutora em Ciências Sociais na área de teoria monetária pela Unicamp e chefia a Casa Civil, sendo a primeira mulher no Brasil a ocupar essa pasta, desde 2005. É vista no meio político como uma mulher rígida e severa. Seu perfil é de gerentona e administradora.
Lula possui um afeto especial por Dilma, reconhece que boa parte do PAC (Programa de Aceleração de Crescimento) e seu sucesso, só são possíveis por causa da ministra. Dilma possui, entretanto, uma fraqueza considerável, sua falta de carisma. Lula tem procurado levá-la para várias cerimônias oficiais para forjá-la no fogo do contato com as massas. Lula confia em Dilma, e o mote de campanha estará pronto em breve e não será algo muito diferente da campanha de 2006 “Não troco o certo pelo duvidoso”.
José Serra é o candidato da oposição. Tem a seu lado a experiência de muitos anos em cargos de chefia. Foi Ministro do Planejamento e da Saúde no governo Fernando Henrique Cardoso. É visto como a alternativa a política do atual governo Lula. José Serra tem um perfil mais comedido e tem evitado críticas públicas a Lula, que hoje mantém um índice de aprovação de 84%. Serra se sagrou prefeito por São Paulo, e foi muito criticado por ter se afastado da prefeitura para concorrer ao cargo de governador, embora durante a campanha municipal tenha dito que não faria isso.
Ocupa hoje o cargo de governador do estado de São Paulo e é bem visto pela imprensa. Possui contra si a gestão de Fernando Henrique Cardoso, que até hoje é mal avaliada pela população. Joga contra ele também o fato estar consorciado com as alas mais conservadoras da política nacional, sobretudo o DEM, antigo PFL e originariamente ARENA, partido que apoiava a ditadura e todos os absurdos decorrentes do período de obscuridade que o país viveu sob esse regime.
Faltam mais de um ano e meio para as eleições, mas a cada dia que passa esses personagens medem cada vez mais milimetricamente seus atos e seus reflexos. Você já pode começar a pensar em quem vai escolher.
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Matéria da coluna - Mês de Agosto!!
Os carnavalescos Jorge Renato, Branco e Elder o autor do enredo para o Congos 2011!
Na festa gastronômica do sesc. Madrinha, Rainha e Passistas!!
As poderosas Amanda e Layse Ribeiro!!!
A aniversariante Margareth Cordeiro!"É necessário abrir os olhos e perceber que as coisas boas estão dentro de nós, onde os sentimentos não precisam de motivos nem os desejos de razão. O importante é aproveitar o momento e aprender sua duração, pois a vida está nos olhos de quem souber ver."
Supere moment
As rapidinhas!
- Sucesso total a festa Gastronômica do Sesc. Presença de grupos folclóricos, das escolas de samba da cidade Congos e Chinês e de bandas locais. A decoração estava lindíssima. Parabéns Fábio Pedra pelo empenho e dedicação!!
-A gata Jorcy Rodrigues estava lindíssima no rodeio Tony Nascimento, no domingo 22. Toda trabalhada no silicone, a loira mandou ver e ficou belíssima!!!
- O grupo Free Samba está com todo gás, a música do grupo de pagode intitulada “Inspiração de bambas” já é sucesso. Além de estar tocando em todas as rádios, está presente no celular da galera. É isso ai, sucesso ao grupo porque vocês merecem!!
-João Felipe Amaral comemorou mais um ano de sua vida em alto estilo no clube Fluminense. A churrascada rolou solta no domingo 22. Uma galera animadíssima curtiu muito pagode em seguida curtiram o show de Bruno e Marrone no encerramento do rodeio Tony Nascimento. Parabéns do espaço!!!
-A gata Silvana Gomes está feliz da vida com o namoro com o amigo Ruan Fagundes. Completando no mês de setembro 3 anos de namoro e segundo informações a comemoração será em grande estilo. Felicidades ao casal!!
- Por hoje é só!!
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
SJB terá primeira fábrica de carros elétricos do país.
Megaempresário Eike Batista anunciou o projeto em feira no RioMais uma notícia animadora para o Norte e Noroeste Fluminense foi dada pelo megaempresário Eike Batista: o Porto do Açu, em São João da Barra, vai abrigar uma fábrica de carros elétricos, primeira do gênero no país. O empreendimento de R$ 1 bilhão terá participação do Banco Nacional de Desenvolvimento e Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O anúncio foi feito na última quarta-feira durante negociações na Feira Internacional de Petróleo e Gás, no Rio Centro, dois dias após ele assinar contratos com o grupo sul-coreano Sternium para montar a segunda usina siderúrgica no Porto do Açu e ter anunciado ainda a instalação de uma Usina de Beneficiamento de Petróleo na área.
A fábrica de carros elétricos ficará em uma área ao lado do porto e terá capacidade para montar 100 mil veículos/ano, totalmente movidos a baterias elétricas, com tecnologia japonesa e européia.
O empreeendimento demandará a construção fábricas de autopeças. Como na indústria automotiva, cada 20 mil veículos produzidos demandam uma fábrica de autopeças, cerca de cinco fábricas para a produção de peças deverão ser atraídas para a área do porto. A fabricação dos carros criará 15 mil empregos indiretos a cada 20 mil veículos.
Economia - Ao fazer o anúncio, o dono do grupo EBX investiu no marketing do primeiro carro brasileiro elétrico: “O negócio do carro elétrico é irreversível. Quem gasta R$ 200 por mês em combustível, num carro elétrico, carregando na tomada à noite, gastará menos de R$ 20. O problema hoje ainda é o custo inicial do carro, ainda alto, mas o preço das baterias está caindo. Há espaço no mercado brasileiro para a fabricação de veículos elétricos, uma tendência mundial por não polir o ambiente e não provocar ruídos”, observou Eike.
O empresário, que no início do ano manteve entendimentos com chineses e indianos para a montagem de uma fábrica da Tata (veículos elétricos indianos) e Chery (chineses de motor a explosão), leva ainda em consideração que nos próximos dez anos o Brasil consumirá oito milhões de automóveis/ano. “Tem espaço para gente nova, para a indústria nacional. Vai ser uma empresa nacional com know-how (tecnologia) estrangeiro”, conpletou Eike, considerado o oitavo homem mais rico do mundo.
Fácil acesso a materiais e logística facilitam execução do projeto
O empresário enumerou ainda outras vantagens que viabilizam o empreendimento no Açu. “As baterias serão de tecnologia japonesa e o restante do veículo terá a concepção e design de engenheiros brasileiros e europeus. O carro terá capacidade para cinco ocupantes e autonomia de 160 quilômetros antes de recaregar a bateria”.
Entre as facilidades das quais poderá contar no Açu para abrigar o projeto, o empresário citou a redução de custos de produção, ao dispor no complexo industrial no entorno do porto de duas siderúrgicas para fornecer aço e uma usina termelétrica para garantir energia mais barata, além de estradas de ferro e rodovias para escoar a produção. “Só pela logística do Açu a gente ganhará US$ 200 por automóvel, o que é muito dinheiro”. O carro de Eike será o primeiro veículo brasileiro depois da experiência do empresário João Augusto Gurgel, nos anos 70 e 80, que chegou a produzir 43 mil veículos.
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